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Telemedicina no atendimento domiciliar: o case MedSênior com idosos frágeis

Enfermeira em atendimento domiciliar a idoso com o Telekit®, no case MedSênior x Lauduz

Como cuidar do idoso frágil com qualidade e escala, sem sobrecarregar o sistema? Foi para responder a essa pergunta que a operadora MedSênior e a Lauduz desenvolveram, em co-criação, um modelo de teleconsulta híbrida com exame físico em domicílio — case reconhecido no 5º Congresso Latino-Americano de Casos de Open Innovation.

O desafio: cuidar do idoso frágil

Três forças limitam o cuidado ao idoso frágil: as multicomorbidades e a baixa mobilidade do paciente; a visita domiciliar tradicional, que é resolutiva mas cara e pouco escalável; e a telemedicina convencional, que amplia o acesso mas não tem exame físico nem sinais vitais. O objetivo do projeto foi unir o melhor de cada mundo.

A solução: o domicílio como consultório digital

No modelo, a enfermagem visita o domicílio e coleta os dados clínicos com o Telekit® — sinais vitais e exame físico remoto. O médico conduz a teleconsulta acessando os dados em tempo real, sem precisar se deslocar. Critérios de elegibilidade direcionam cada paciente ao modelo de atendimento mais adequado. Em relação à visita médica tradicional, ganha-se escala e produtividade; em relação à telemedicina comum, ganha-se segurança na decisão clínica.

Os resultados do piloto

No piloto controlado (agosto de 2025 a maio de 2026), os números falam por si:

  • 107 beneficiários atendidos no domicílio;
  • NPS de 92% — alta satisfação e aceitação do modelo;
  • Zero internações ou idas ao pronto-socorro após as teleconsultas.

Mais do que os números, o piloto trouxe mais segurança à decisão médica, com a enfermagem presente no domicílio e dados clínicos estruturados em tempo real.

Escala com inovação aberta

O case comprova como a inovação aberta entre uma operadora e uma startup pode acelerar soluções para desafios reais da saúde. Os próximos passos incluem ampliar os pacientes elegíveis, integrar o prontuário eletrônico e incorporar IA como apoio à decisão clínica — sempre com a telemedicina avançada levando cuidado de qualidade até a casa de quem mais precisa. Veja também como esse modelo se aplica à atenção domiciliar no SUS.

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